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Alerta de ataque: Irã ameaça Google, Apple e Meta e ordena evacuação imediata de funcionários

Comunicado oficial da Guarda Revolucionária orienta que civis e trabalhadores se afastem das sedes de 18 companhias listadas como alvos legítimos.

A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira, 31 de março, declarando que iniciará ofensivas contra diversas empresas de tecnologia dos Estados Unidos estabelecidas na região. Segundo as informações divulgadas pela mídia estatal iraniana, as operações militares estão programadas para começar no dia 1º de abril. O regime de Teerã justifica a medida como uma retaliação direta às ações recentes promovidas por Washington e Tel Aviv, elevando o estado de alerta em todo o Oriente Médio diante da possibilidade de novos confrontos.

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O braço armado do governo iraniano sustenta que as corporações listadas atuam como componentes estratégicos no planejamento e no monitoramento de alvos geográficos. De acordo com a nota oficial, essas instituições se tornaram alvos legítimos por estarem envolvidas em “operações terroristas”. Diante do cenário de risco iminente, o IRGC recomendou formalmente que os colaboradores dessas empresas abandonem seus postos de trabalho para garantir a segurança pessoal. Além disso, foi emitido um alerta para que residentes situados em um raio de um quilômetro dessas instalações busquem refúgio em áreas seguras.

Lista de empresas e protocolos de segurança regional

A relação apresentada pelas autoridades iranianas contempla 18 grandes corporações, incluindo gigantes do setor de tecnologia e aviação. Entre os nomes citados estão Microsoft, Google, Apple, Intel, IBM, Tesla e Boeing. O comunicado abrange ainda empresas de defesa e análise de dados, como Palantir e Nvidia, além de instituições financeiras como o JPMorgan. A ameaça ocorre em um momento de alta instabilidade geopolítica, marcado por decisões legislativas polêmicas em Israel e incidentes envolvendo o transporte de combustíveis em portos estratégicos da região.

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A estratégia iraniana de designar entidades privadas como alvos militares representa um deslocamento na natureza dos conflitos locais, focando agora na infraestrutura tecnológica que sustenta operações logísticas e de inteligência. Além das big techs, companhias como Cisco, HP, Oracle, Dell e GE também figuram na lista de potenciais alvos das forças aeroespaciais da Guarda Revolucionária. O governo iraniano não detalhou quais métodos seriam utilizados nas ofensivas, mas a exibição recente de mísseis em museus militares de Teerã reforça a retórica de prontidão bélica do país.

Impactos da retaliação iraniana no setor tecnológico

O anúncio gerou reações imediatas nos mercados internacionais e entre analistas de segurança global, que monitoram a movimentação das tropas iranianas. A orientação de evacuação para civis e funcionários busca, segundo o comunicado, “preservar suas vidas” antes do início do cronograma de ataques estipulado para o mês de abril. Até o momento, as empresas citadas e o governo dos Estados Unidos não emitiram posicionamentos detalhados sobre as medidas de proteção que serão adotadas para garantir a integridade de suas operações e de seus quadros de funcionários no exterior.

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