Filho de Cid Moreira deixa a prisão após decisão da Justiça de São Paulo
Rodrigo Radenzev Simões Moreira cumprirá pena em regime aberto, mas Ministério Público ainda pode recorrer da decisão judicial
A Justiça de São Paulo concedeu habeas corpus para Rodrigo Radenzev Simões Moreira, filho de Cid Moreira, responder ao restante da pena em liberdade. Detido desde dezembro de 2025, ele passará a cumprir a condenação em regime aberto. A sentença determina dois anos e seis meses de reclusão, um ano de detenção e pagamento de multa. A alteração muda o cenário jurídico do acusado, alvo de operação no interior paulista.
O processo judicial não está concluído. A defesa informou que apresentará recursos em instâncias superiores para reverter a condenação. Em contrapartida, o Ministério Público pode contestar a liberação concedida pelo tribunal. Essa movimentação indica que a situação legal do réu permanece sujeita a novas deliberações nos próximos meses.
Motivo da prisão do filho de Cid Moreira no interior paulista
A detenção ocorreu em 8 de dezembro de 2025, após denúncia de violência doméstica registrada pela ex-esposa. Durante o mandado de busca na residência, a Polícia Civil localizou materiais ilícitos. Os registros apontam que o investigado confirmou a posse dos itens durante a abordagem. O episódio gerou acusações por tráfico de substâncias ilícitas e posse irregular de arma de fogo.
O inventário da apreensão detalhou os objetos recolhidos. Conforme o boletim oficial, foram confiscados “três tijolos de maconha, um revólver carregado, simulacros de pistola, uma espingarda de pressão, uma planta de cannabis e R$ 318 em dinheiro”. A presença desses elementos fundamentou as acusações no momento do flagrante, agravando a situação inicial.
Defesa de Rodrigo Radenzev Simões Moreira contesta acusações
Os advogados do réu apresentam uma argumentação divergente. A defesa sustenta que o volume de entorpecentes, descrito como “582 gramas de um derivado de cannabis”, destinava-se ao consumo pessoal, descartando a comercialização. Os representantes legais também afirmam que os armamentos encontrados são réplicas sem potencial ofensivo, o que invalidaria parte das acusações criminais.



