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Oscar Schmidt enfrentou terceira cirurgia antes de falecer, revela filho

Felipe Schmidt detalha a evolução agressiva da doença e os últimos momentos ao lado do maior nome do basquete brasileiro

O falecimento de Oscar Schmidt, ídolo do basquete, trouxe à tona detalhes sobre os últimos meses de sua trajetória. Em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, no “Domingo Espetacular”, Felipe Schmidt compartilhou informações inéditas sobre a saúde do pai. A revelação ocorreu dias após a despedida do ex-atleta, cuja cremação foi realizada em Santana de Parnaíba, São Paulo.

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O herdeiro explicou que o ex-jogador foi submetido a um novo procedimento cirúrgico na cabeça há um ano, após o diagnóstico de uma nova formação. O tratamento inicial teve resultados positivos, mas o quadro sofreu alterações. Felipe detalhou a cronologia: “Foi muito complicado o último ano. A gente descobriu uma massa nova na cabeça dele, então ele foi fazer uma terceira cirurgia no ano passado, mas ele vinha se reabilitando muito bem. Até que as melhoras pararam, ele começou a piorar”.

Evolução do tumor de Oscar Schmidt e diagnóstico médico

A condição do ex-atleta ficou mais delicada quando a equipe médica notou que a doença retornou de forma agressiva. Os profissionais alertaram a família sobre a gravidade. Conforme as palavras de Felipe, “O oncologista dele veio falar para a gente que o tumor tinha se espalhado, que a situação estava mais grave”. A progressão foi rápida e, segundo o relato, “no máximo dez dias depois, ele faleceu”.

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O histórico clínico do ídolo começou em 2011, quando passou pela primeira cirurgia para retirar um tumor grau dois. Dois anos mais tarde, uma segunda operação foi necessária, com a enfermidade no grau três. Em 2022, o ex-jogador chegou a declarar que se considerava curado e confirmou ter interrompido as sessões de quimioterapia por decisão própria, encerrando aquela etapa do tratamento.

Últimos momentos de Felipe com o ex-jogador Oscar Schmidt

Nos meses anteriores ao falecimento, o ex-esportista apresentou limitações na comunicação. Apesar das dificuldades impostas pela condição clínica, o primogênito destacou que a família vivenciou instantes significativos. Relembrando o período, Felipe descreveu a interação final: “Mas eu tive momentos muito bons com o meu pai nesse último ano. Ele conseguia falar comigo em certos momentos, ele me olhava, conseguiu cantar parabéns para mim no meu aniversário”. A data ocorreu em fevereiro, permitindo uma despedida gradual.

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