Piloto de avião desaparecido no Pará viajou para entrevista de emprego
João Vitor de Lima Franco viajou do interior paulista para a capital paraense e perdeu contato com a família.
O caso do piloto de avião desaparecido mobiliza autoridades de São Paulo e do Pará. João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, viajou do interior paulista com destino a Belém para participar de uma entrevista de emprego. O profissional deixou a cidade de Araraquara no dia 10 de março, embarcando em um voo no aeroporto de Ribeirão Preto rumo à capital paraense, onde buscaria uma nova oportunidade de trabalho.
Durante os primeiros dias de sua estadia na região norte do país, o rapaz permaneceu hospedado em um condomínio local e manteve comunicação com seus familiares. A mãe do jovem relatou que conversou com ele nos dias 11 e 12 de março. Contudo, o último contato registrado ocorreu no dia 14 do mesmo mês, data a partir da qual as mensagens enviadas pelos parentes deixaram de ser entregues no aparelho celular.
Investigação sobre o piloto de avião desaparecido João Vitor
Diante da ausência de respostas e da interrupção da comunicação, a família procurou as autoridades de segurança para formalizar o sumiço. Um boletim de ocorrência foi registrado na cidade de Araraquara, município de origem do rapaz. A partir desse registro, o procedimento foi direcionado para a Delegacia de Investigações Gerais, unidade que iniciou as diligências para rastrear os passos do jovem.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo confirmou que o desaparecimento foi documentado e que as equipes policiais trabalham no inquérito. Os agentes paulistas buscam reunir informações sobre o trajeto percorrido pelo jovem desde o embarque em Ribeirão Preto até os últimos locais frequentados por ele no estado do Pará, visando estabelecer uma linha do tempo dos acontecimentos.
Buscas por João Vitor de Lima Franco em Belém e no Pará
No estado de destino do jovem, a Polícia Civil do Pará comunicou que ainda não existe um registro formal sobre o sumiço em suas unidades. A corporação paraense realizou consultas internas abrangendo delegacias situadas em Belém, na Região Metropolitana, em municípios do interior como Santarém, e nos sistemas da Polícia Interestadual. Até o momento das buscas nos bancos de dados, nenhuma ocorrência correspondente havia sido localizada.



