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Vingança após denúncia: criminoso reconhece testemunha na rua e comete ato fatal no Distrito Federal

Investigação da Polícia Civil aponta que o agressor chamou a vítima de “X-9” antes de persegui-la e desferir golpes de faca em via pública no DF.

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da 18ª Delegacia de Polícia, identificou o autor de um crime ocorrido na madrugada de domingo, 29 de março, em Brazlândia. O suspeito, Kauã Giovani Monte de Souza, de 22 anos, teria tirado a vida de uma testemunha que o denunciou por um roubo cometido no ano de 2015. De acordo com as investigações, o agressor reconheceu o homem enquanto ele caminhava por uma via pública, iniciando uma discussão que culminou em uma perseguição física registrada por câmeras de monitoramento da região.

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O histórico entre os envolvidos remonta a quase uma década, quando a vítima teve sua residência roubada. Em 2016, durante uma audiência judicial, a testemunha reconheceu formalmente o autor do crime perante as autoridades. No encontro recente, o agressor confrontou a vítima utilizando termos pejorativos e a chamou de “X-9” por tê-lo denunciado anteriormente. As imagens capturadas mostram o momento em que a vítima tenta fugir, mas é alcançada e atingida por golpes de faca, não resistindo aos ferimentos após ser levada ao Hospital Regional de Brazlândia.

Investigação e monitoramento por câmeras de segurança

O inquérito policial detalha que o suspeito agiu motivado por vingança em função do depoimento prestado no passado. Durante o ataque, um conhecido do agressor teria tentado intervir na situação, porém, ambos fugiram do local logo após a agressão. A Polícia Civil trabalha agora na localização de Kauã Giovani, que é considerado foragido da justiça. O uso de imagens de segurança de residências próximas foi fundamental para reconstruir a dinâmica do ocorrido e confirmar a identidade do executor, que já possuía antecedentes criminais relacionados ao roubo mencionado.

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A divulgação da imagem do procurado faz parte da estratégia das autoridades para obter informações que levem à sua captura. A corporação reforça que qualquer detalhe sobre o paradeiro do suspeito pode ser fornecido pela população de maneira sigilosa. O caso gerou mobilização das equipes de segurança da região administrativa, que buscam encerrar o ciclo de violência iniciado com o crime patrimonial de 2015 e que resultou, anos depois, no falecimento da testemunha do processo judicial.

Canais de denúncia e colaboração populacional

Para auxiliar na localização do foragido, a Polícia Civil disponibiliza o canal de denúncias anônimas através do número 197. A instituição garante o sigilo absoluto para quem fornecer dados que ajudem a encontrar o paradeiro de Kauã Giovani Monte de Souza. O processo segue em aberto na 18ª DP, enquanto as diligências continuam sendo realizadas em diferentes pontos do Distrito Federal para cumprir o mandado de prisão contra o jovem identificado como o autor do ato de violência.

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