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Luciana Gimenez esclarece citação de seu nome em documentos do caso Epstein

Apresentadora afirma que transferências bancárias causaram a inclusão indevida de seu nome em lista divulgada pela Justiça norte-americana

A apresentadora Luciana Gimenez publicou um comunicado oficial para esclarecer a presença de seu nome em documentos divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, relacionados ao caso do bilionário Jeffrey Epstein. O episódio ganhou destaque na imprensa na segunda-feira (9), levando a comunicadora a negar qualquer tipo de vínculo com o empresário norte-americano, que faleceu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de comandar uma rede de exploração ilícita. A menção ao nome da brasileira consta em uma lista de transações financeiras liberada pelas autoridades.

Em nota divulgada à imprensa e nas redes sociais, a brasileira declarou que “nunca conheceu Jeffrey Epstein” e que “jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele”. Epstein estava detido sob acusações graves e, segundo as autoridades, tirou a própria vida na prisão. A equipe de Luciana reforçou que ela “nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas”, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar sua imagem aos delitos cometidos pelo financista ou ao seu círculo social.

Origem dos dados financeiros

Ao tomar conhecimento da menção, a apresentadora entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, instituição onde mantinha conta, para compreender o ocorrido. De acordo com informações preliminares repassadas pelo banco à equipe de Gimenez, o governo norte-americano solicitou registros financeiros abrangentes de determinados períodos, “sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica”. Isso resultou no envio de documentos contendo nomes de diversos clientes que realizaram operações na época, mas que não possuem relação com as investigações em curso.

O comunicado detalha que as transações financeiras que aparecem nos arquivos “referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física”. Por se tratarem de movimentações antigas, a instituição financeira estaria trabalhando para compilar os dados e comprovar que se tratavam apenas de remessas internas da própria titular. A defesa da apresentadora sustenta que a inclusão de seu nome foi circunstancial, decorrente da solicitação genérica de dados bancários pelas autoridades americanas, e que ela “aguarda resposta” definitiva do banco.

Pedido de cautela e responsabilidade

Para encerrar o assunto, Luciana Gimenez informou que “permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários”. A nota oficial finaliza com um apelo para que o público e a imprensa tratem o tema com “cautela, seriedade e responsabilidade”, visando evitar interpretações errôneas que possam causar danos à sua reputação. A apresentadora reiterou que o contexto das informações já foi compreendido e que não há qualquer ligação entre suas movimentações bancárias pessoais e os crimes investigados no processo contra Epstein.

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