Política

Aprovação de Nikolas Ferreira cai para 42% e rejeição sobe, aponta Atlas

Levantamento mostra que o deputado federal perdeu quatro pontos percentuais entre março e maio deste ano.

O deputado federal Nikolas Ferreira apresentou declínio em sua avaliação pública no primeiro semestre de 2026. Dados do instituto AtlasIntel indicam que o parlamentar perdeu espaço no protagonismo político do campo conservador. Em um intervalo de três meses, os números revelam uma redução na porcentagem de eleitores que avaliam positivamente a atuação do político.

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No mês de março, o parlamentar ocupava a primeira posição no ranking nacional de imagem pública da empresa de pesquisa, com 46% de aprovação. Nesse período, ele dividia a liderança da oposição com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O desempenho era impulsionado pelo engajamento de sua base nas plataformas digitais e por sua presença nos debates virtuais.

Queda na aprovação de Nikolas Ferreira na pesquisa AtlasIntel

O cenário mudou em abril, quando um levantamento em parceria com a Bloomberg apontou que a avaliação positiva do deputado recuou para 44%. Simultaneamente, o índice de rejeição alcançou 55%, refletindo maior resistência do eleitorado. A tendência de retração se consolidou em maio, quando a aprovação caiu para 42%, representando uma perda acumulada de quatro pontos percentuais.

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A sequência de estudos também demonstrou alteração na dinâmica de forças dentro da direita. Enquanto o parlamentar registrou quedas consecutivas nas pesquisas, outras figuras públicas do segmento mantiveram índices estáveis. O ex-presidente Jair Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas continuaram oscilando entre 44% e 46% de aprovação no mesmo período.

Desempenho de Nikolas Ferreira e Jair Bolsonaro no campo conservador

Especialistas avaliam que essa movimentação reflete os obstáculos que lideranças com perfil ideológico acentuado encontram para expandir apoio além de seus eleitores fiéis. A alta exposição nacional, somada à polarização, costuma resultar em aumento nas taxas de rejeição. Esse fenômeno estabelece um limite para o crescimento de políticos cuja atuação está vinculada aos embates nas redes sociais.

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