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Tensão máxima: Donald Trump rompe acordo com o Irã e faz ameaça militar grave

Presidente norte-americano descarta negociações de paz após troca de bombardeios no Golfo Pérsico e critica governo iraniano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (8) o fim do cessar-fogo provisório com o Irã. A decisão foi comunicada em Ancara, na Turquia, antes de uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O rompimento ocorre após uma troca de ofensivas militares entre as nações, elevando a instabilidade no Golfo Pérsico e afastando a chance de um tratado de paz.

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A escalada registrou novos episódios na terça-feira (7), quando forças norte-americanas atingiram mais de 80 alvos iranianos. Em retaliação, o Irã disparou drones e mísseis contra instalações militares dos Estados Unidos no Kuwait e no Bahrein. Questionado sobre a validade do memorando assinado no mês anterior, o chefe de Estado foi categórico sobre as tratativas. “Para mim, acho que acabou. Não quero lidar com eles”, disse.

Donald Trump critica governo do Irã durante cúpula da Otan

Durante a cúpula da Otan, o líder norte-americano proferiu declarações severas contra os representantes iranianos. Ele justificou as ações militares de seu país como resposta direta às investidas adversárias. “Eles estão doentes. Há algo de errado com eles”, afirmou. O embate começou em 28 de fevereiro, motivado por operações aéreas de Israel e dos Estados Unidos no território iraniano, cenário agravado pela suspensão das negociações.

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Ao detalhar a proporção do revide, o presidente defendeu a força bélica empregada contra as bases do país asiático. “Nós dissemos: vão cuidar do funeral de vocês. Em vez disso, ontem eles começaram a lançar foguetes e atacar navios. Então nós os atingimos com muita força na noite passada. Com muita força. Eu diria que foi 20 para 1, vinte vezes mais duro.” A nova fase de hostilidades impulsionou os valores do petróleo ao maior patamar em duas semanas.

Impacto do conflito entre Estados Unidos e Irã no mercado

O aumento das tensões reflete a ausência de diálogo entre as potências, consolidando o fim da trégua. Na conversa com a imprensa na capital turca, o governante dos Estados Unidos manteve a retórica agressiva ao citar os comandantes da nação rival, descartando reaproximação diplomática. “Eles são escória. São pessoas doentes. São liderados por pessoas doentes”, declarou.

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