A verdade revelada: Lionel Messi é autista? O que a família do jogador diz
Rumor sobre o transtorno do espectro autista começou no Brasil em 2013 e foi desmentido pelo endocrinologista do craque argentino.
Fora dos campos, uma dúvida frequente entre torcedores é se Lionel Messi é autista. Vídeos nas redes sociais reúnem recortes do camisa 10 com o olhar baixo, reações contidas ou postura distante em eventos. Essas imagens geram debates sobre um possível diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista. No entanto, a resposta para essa especulação é negativa, e o estafe do atleta já esclareceu a situação.
O boato sobre a condição neurológica do jogador teve origem no Brasil, em 2013. Na ocasião, o jornalista Roberto Amado publicou um artigo afirmando que o esportista teria recebido o diagnóstico de Síndrome de Asperger aos oito anos. O texto tentava associar traços do atacante, como a alta concentração, a timidez, a repetição de movimentos e o seu estilo de jogo, às características do espectro.
Como Romário espalhou o boato sobre o autismo de Lionel Messi
A teoria ganhou proporções globais quando o ex-jogador Romário compartilhou a história na internet. A repercussão chegou até Jorge Messi, pai do craque, que negou a veracidade do diagnóstico e considerou tomar medidas legais. Diante da resposta da família, o tetracampeão recuou de sua declaração, justificando que apenas repassou um dado que circulava. “Não sou médico para confrontar a informação”, declarou.
A confirmação de que a história era falsa também veio da equipe médica que acompanhou o argentino. Diego Schwarzstein, endocrinologista responsável pelo tratamento do jogador na infância, refutou categoricamente a existência do transtorno. O profissional foi quem diagnosticou e tratou a deficiência no hormônio do crescimento do jovem, uma condição clínica real e documentada na biografia do esportista.
Tratamento hormonal de Lionel Messi no Barcelona
O problema físico que afetava a estatura do jovem talento foi o único obstáculo de saúde registrado em sua trajetória inicial. Aos 13 anos, o atleta mudou-se para a Espanha após o Barcelona financiar o tratamento médico necessário para o seu desenvolvimento. Esse suporte clínico resolveu a deficiência hormonal, permitindo que o jogador alcançasse o porte físico adequado para o futebol profissional.



