Terremoto na Venezuela mobiliza ajuda de Lula e líderes globais
Países das Américas, Europa e Ásia organizam envio de suprimentos e equipes de buscas após abalos sísmicos deixarem centenas de feridos no país
Os abalos sísmicos de magnitudes 7,2 e 7,5 na Venezuela desencadearam ampla mobilização internacional para auxiliar nos resgates. A infraestrutura local sofreu danos severos, com desabamento de edifícios e interrupção de serviços. Dados provisórios indicam que ao menos 164 pessoas faleceram e 971 ficaram feridas. Autoridades ressaltam que a quantidade de vítimas pode crescer conforme as buscas avançam sobre os escombros nas regiões impactadas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ter recebido as informações “com grande preocupação e consternação”. O chefe do Executivo garantiu suporte: “Reafirmo nossa determinação em apoiar o governo da presidenta encarregada Delcy Rodríguez na recuperação de áreas afetadas desse país irmão, cujo povo tem dado provas de grande resiliência frente às adversidades”. Nicolás Maduro pediu “máxima união, máxima solidariedade e máxima ação”, orientando colaboração com os salvamentos.
Países vizinhos enviam socorristas para o terremoto na Venezuela
Na América Latina, governos organizaram o envio de recursos. Nayib Bukele, de El Salvador, despachou 300 socorristas e 50 toneladas de suprimentos. A República Dominicana confirmou o deslocamento de especialistas. No Equador, Daniel Noboa liberou assistência e pontuou que “a humanidade sempre deve reger a atuação de um governante”. O governo argentino defendeu que a situação “exige uma reação de toda a comunidade internacional”, e a Costa Rica garantiu que os afetados “não estão sozinhos”.
Nações da América do Norte também estruturaram planos de auxílio. Donald Trump disponibilizou a estrutura americana, mencionando as proporções do evento e as pessoas que faleceram, garantindo que “Os EUA estão prontos, dispostos e aptos a ajudar”. Marco Rubio complementou que “a América está ao lado do povo venezuelano neste momento difícil”. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, declarou: “Nossa solidariedade com o povo da Venezuela. O México sempre é e será solidário”.
União Europeia e Ásia reagem aos tremores na Venezuela
Na Europa, Emmanuel Macron prometeu enviar 85 especialistas em remoção de escombros. Pedro Sánchez expressou “todo o meu apoio e o de Espanha ao povo venezuelano”. A União Europeia ativou o satélite Copernicus para mapear danos. A comissária Hadja Lahbib reforçou o compromisso ao afirmar: “Estamos prontos para intensificar a assistência”. Na Ásia, Narendra Modi manifestou apoio aos feridos, enquanto operações globais continuam chegando para auxiliar na reconstrução do país.



