Mundo

Tensão máxima: ataques entre Estados Unidos e Irã ameaçam iniciar nova guerra no Oriente Médio

Forças iranianas disparam mísseis contra base na Jordânia após o governo americano culpar Teerã por incidente no Estreito de Ormuz

O presidente Donald Trump anunciou uma nova ofensiva militar, intensificando os ataques entre Estados Unidos e Irã nesta quarta-feira. A decisão ocorreu como retaliação após a queda de um helicóptero AH-64 Apache perto do Estreito de Ormuz. O líder americano responsabilizou Teerã pelo incidente e declarou que o país asiático “demorou muito para negociar um acordo” e agora “terá que pagar o preço”.

Publicidade

O Comando Central dos EUA informou que a queda aconteceu na costa de Omã. Os dois pilotos foram resgatados ilesos por um drone marítimo. O helicóptero atuava no bloqueio imposto pelas forças americanas na área. Após o resgate, a unidade militar iniciou “ataques de autodefesa” e justificou a ação afirmando que “a missão é uma resposta proporcional à agressão iraniana injustificada”.

Quais foram os alvos dos mísseis do Irã contra a base dos Estados Unidos

Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica disparou mísseis de longo alcance contra a base militar de al-Azraq, na Jordânia. O grupo declarou ter atingido hangares de caças F-35 e um centro de comando. A corporação emitiu um comunicado alertando que possui preparo para reagir de maneira “esmagadora e decisiva” caso ocorra qualquer nova “agressão dos EUA” na região.

Publicidade

Avaliações preliminares de autoridades americanas indicaram que o sistema de defesa interceptou a maior parte dos artefatos. As Forças Armadas da Jordânia confirmaram o abatimento de cinco projéteis. Simultaneamente, o Ministério da Defesa do Kuwait relatou a neutralização de alvos aéreos, enquanto o Bahrein também ativou suas defesas para repelir as investidas.

Como a queda do helicóptero dos Estados Unidos afeta a tensão com o Irã

A perda do Apache é a primeira baixa deste equipamento desde o início das hostilidades em fevereiro. O Estreito de Ormuz permanece como um ponto central de instabilidade, concentrando operações militares de vigilância. As trocas de ofensivas diretas entre as nações evidenciam uma mudança na dinâmica de segurança do Golfo Pérsico, envolvendo a participação de países vizinhos na contenção de drones.

Publicidade

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo