BBB 26: Aline Campos detalha decisão de abandonar sobrenome Riscado
Participante do Camarote nega relação com ex-marido e cita processo de autoconhecimento para adotar nova identidade artística no reality
Durante o confinamento do Big Brother Brasil 26, Aline Campos, integrante do grupo Camarote, abordou uma transição significativa em sua trajetória profissional. Na manhã desta terça-feira (13), a modelo esclareceu aos colegas de reality show as razões que a levaram a descartar o sobrenome artístico “Riscado” após mais de uma década de exposição na mídia. A conversa trouxe à tona motivações pessoais e estratégicas que, segundo ela, foram fundamentais para o seu desenvolvimento, afastando rumores antigos sobre a alteração de sua identidade pública.
Muitas especulações giravam em torno de uma possível ligação entre a mudança de nome e o fim de seu casamento com Rodrigo Riscado. No entanto, a participante enfatizou que a decisão não foi impulsionada pelo término da relação conjugal. Ela explicou que o sobrenome era de fato proveniente do casamento, mas que a convivência com o pai de seu filho permaneceu cordial por muito tempo. Para ilustrar a situação, Aline afirmou: “Era meu nome de casado, mas não tem nada a ver com isso, porque continuei amiga do pai do meu filho por anos. Hoje não somos amigos, mas nos falamos”.
Busca por autoconhecimento e renovação
A transição foi descrita como um movimento interno profundo, envolvendo ciclos energéticos e profissionais. De acordo com a sister, a manutenção da antiga identificação parecia bloquear novas oportunidades e perpetuar padrões repetitivos em sua carreira. Ela mencionou que o processo teve início há quatro anos, quando sentiu a necessidade de se desprender de certos aspectos de sua vida. Aline recordou a resistência que enfrentou: “Há quatro anos, no meu processo de autoconhecimento e de deixar ir algumas coisas, senti muito forte que esse nome já não fazia sentido. Senti que estava atraindo os mesmo trabalhos, as mesmas pessoas, e percebi que o nome interferia nisso. Todo mundo me chamou de maluca, minha mãe também”.
As consequências dessa alteração foram sentidas em seu engajamento digital e na imagem pública. A modelo relatou que, inicialmente, houve uma perda de seguidores que não se identificaram com a nova fase, mas que isso foi compensado por um novo público capaz de enxergá-la além de estereótipos físicos. Ela também citou a influência da numerologia na confirmação de que a escolha foi benéfica para seu caminho de vida, permitindo que as pessoas vissem sua verdadeira essência, e não apenas uma personagem construída.
Nova identidade e respeito profissional
Apesar dos desafios para emplacar a marca “Aline Campos”, a participante demonstrou gratidão pelo período em que atuou como “Riscado”, reconhecendo os doze anos de história construídos sob essa designação. Contudo, foi enfática sobre como deseja ser tratada atualmente, exigindo respeito à sua escolha. Concluindo seu raciocínio, a famosa declarou: “Depois que mudei o nome, as pessoas começaram a me ver de forma diferente, e não mais como uma figura que criaram a partir de outros trabalhos ou do meu estereótipo físico. Foi muito difícil lidar com esse processo. Perdi muitos seguidores que não me reconheceram nessa mudança, mas tenho ganhado muitos outros. Sempre fui essa Aline, mas agora as pessoas estão conseguindo me enxergar verdadeiramente. Vi isso também pela numerologia e achei que foi a melhor coisa que fiz na minha vida. Se quiserem me chamar de Riscado, f*da-se. Sou grata: foram 12 anos de carreira como Riscado. Mas, se você me respeita, me chame de Aline Campos ou de Aline”.



